Auxílio do AcidenteAuxílio-acidente e benefícios por sequela

Auxílio-acidente · INSS

Ficou com sequela e voltou a trabalhar? Isso pode gerar um benefício mensal.

O auxílio-acidente é indenizatório: paga uma parcela mensal por causa da sequela e não impede você de trabalhar. O caso mais comum é quem teve alta do auxílio-doença e ficou com limitação — e quase ninguém é avisado disso.

  • Análise gratuita de enquadramento
  • Você pode receber e continuar trabalhando
  • Atendimento por mensagem, de onde você estiver
  • Vale também para acidente fora do trabalho

Você se enquadra?

Três perguntas filtram a maior parte dos casos. Nada é enviado daqui.

Qual era a sua situação na data do acidente?

Ficou alguma limitação permanente para o seu trabalho?
Você chegou a receber auxílio-doença e depois teve alta?

Sua situação

Você está em qual momento?

O auxílio-acidente indeniza a perda de capacidade, e não o afastamento — por isso ele convive com o trabalho.

Início do processo

Recebi alta do auxílio-doença e fiquei com sequela

É a situação mais comum e a mais desperdiçada. A alta encerra um benefício, mas pode abrir o direito a outro.

quanto antes, mais retroativo

Processo aberto

Sofri acidente e voltei a trabalhar com limitação

O auxílio-acidente é indenizatório: você pode receber e continuar trabalhando normalmente.

não depende de estar afastado

Penalidade aplicada

Meu pedido foi negado na perícia

Negativa por perícia é comum e é reversível. O que decide é a prova médica da sequela e da redução de capacidade.

prazo de recurso na carta

Por que tanta gente deixa passar

Seis motivos que fazem o benefício ser perdido

A defesa que funciona quase nunca discute se você errou na via — discute se o órgão seguiu o rito que a lei manda seguir. Por isso a análise é feita de documento e data, não de opinião.

01

Receber alta e não saber que existe outro benefício

A alta do auxílio-doença encerra aquele benefício. Se ficou sequela permanente com redução de capacidade, pode nascer o direito ao auxílio-acidente — e quase ninguém é avisado disso.

Confere: você teve alta de auxílio-doença e ficou com alguma limitação?

02

Achar que precisa estar afastado

É o contrário: o auxílio-acidente pressupõe que você voltou a trabalhar, ainda que com limitação. Ele indeniza a perda de capacidade, não a falta de trabalho.

Confere: você deixou de pedir por estar trabalhando?

03

Achar que precisa ser acidente de trabalho

Acidente de qualquer natureza pode gerar direito — inclusive fora do serviço, desde que reste sequela permanente com redução de capacidade.

Confere: o seu acidente foi fora do trabalho?

04

Categoria sem direito ao benefício

Contribuinte individual, incluindo MEI e profissional liberal, não está entre as categorias contempladas. Saber isso antes evita gastar tempo e dinheiro.

Confere: qual era a sua categoria na data do acidente?

05

Perícia sem documentação médica organizada

A perícia decide sobre sequela e redução de capacidade. Chegar sem laudo, exame de imagem e relatório é chegar sem prova.

Confere: você tem laudos e exames do período?

06

Deixar o retroativo se perder

Quanto mais o pedido demora, mais parcelas antigas ficam sujeitas à prescrição. O tempo aqui corre contra você.

Confere: há quanto tempo aconteceu o acidente ou a alta?

O caso que mais passa em branco

Alta do auxílio-doença com sequela

A alta encerra o auxílio-doença, mas se restou sequela permanente que reduz a capacidade para o seu trabalho, pode nascer o direito ao auxílio-acidente. Ninguém avisa, e o retroativo vai se perdendo com o tempo.

Quem recebeu alta do auxílio-doença com sequela raramente é informado de que pode ter direito

O benefício é indenizatório: soma-se ao salário, e não impede trabalhar

Não é só acidente de trabalho — acidente de qualquer natureza pode gerar direito

Dirijo para trabalhar

Análise gratuita

O que a análise responde antes de qualquer pedido

Se a sua categoria no INSS tem direito ao benefício — e nem todas têm

Se a sua sequela se enquadra no que a lei exige: permanente e com redução de capacidade

Se houve alta de auxílio-doença que deveria ter gerado a conversão automática

Se existe retroativo a receber e desde quando

Para ficar claro

É uma análise de enquadramento — quem concede é o INSS, depois de perícia médica

Não é auxílio-doença: aqui você pode trabalhar normalmente e receber ao mesmo tempo

A análise é gratuita e você decide depois, sem ficar preso a nada

O que muda aqui

O mercado promete. Eu mostro.

É um assunto em que se promete muito e se explica pouco — a começar pelo fato de que nem toda categoria de segurado tem direito a este benefício.

"Todo acidente dá auxílio"

Verifico categoria, sequela e redução de capacidade antes de dizer qualquer coisa.

Ignoram que MEI não tem direito

Digo isso na primeira conversa, e não depois de você pagar.

Levam à perícia sem preparar prova

A perícia decide sobre prova médica. Organizar laudo e exame é metade do trabalho.

Prometem valor sem ver o CNIS

O valor sai do salário de benefício. Primeiro o extrato, depois a conta.

Somem após o protocolo

Acompanho exigência, perícia, decisão e prazo de recurso.

O que quase ninguém fala

Tem caso em que eu digo logo que não dá

Se a sua categoria não é contemplada pela lei, você merece saber na primeira conversa.

Quando a sua categoria no INSS não dá direito ao benefício — e isso se sabe de imediato

Quando a sequela não é permanente ou não reduz capacidade para o seu trabalho

Quando o caso é de auxílio-doença e não de auxílio-acidente, e o caminho é outro

Prepare antes de chamar

O que eu vou te pedir

Com esses quatro itens eu consigo dar um retorno de verdade já na primeira conversa.

Laudos e exames

Tudo que documente a sequela: imagem, relatório médico, atestado, prontuário.

Extrato do CNIS

Sai no Meu INSS. Mostra a sua categoria na data do acidente, que é decisiva.

Documentos do acidente

CAT, boletim de ocorrência ou atendimento hospitalar, conforme o caso.

Histórico de benefícios

Se houve auxílio-doença, as datas de início e de alta.

Ver se me enquadroNão tem tudo em mãos? Chame mesmo assim — eu te mostro onde tirar cada um.

O caminho do pedido

As etapas, e o que decide cada uma

PortaPrazoQuandoServe para
Pedido no Meu INSSa qualquer tempoDepois de consolidada a sequelaCaminho normal, com perícia médica
Perícia médicaagendada pelo INSSApós o requerimentoAvalia sequela e redução de capacidade
Recurso à Junta de Recursosindicado na negativaApós negativaPrimeira instância recursal do INSS
Via judicialobservada a prescriçãoEsgotado o administrativo ou havendo prova robustaConduzida por advogado, com perícia judicial

Os prazos correm da data em que você recebeu cada notificação, e a prática varia conforme o Detran do seu estado. A data exata do seu caso está no documento que você tem em mãos.

Do primeiro contato à decisão

Como funciona

1

Você me chama

Conta o que aconteceu, quando, e se houve afastamento pelo INSS.

2

Manda os documentos

Laudos, exames e o extrato do CNIS. Digo exatamente quais.

3

Recebe a análise

Se há enquadramento, qual o valor esperado e se há retroativo.

4

Decide com tudo na mão

Havendo caminho, mando proposta escrita. Se não houver, eu digo antes.

Quem vai olhar o seu caso

Defesa de CNH

Auxílio-acidente e benefícios por sequela

Orientação em auxílio-acidente e benefícios por incapacidade: análise de enquadramento, organização da prova médica, pedido, recurso e acompanhamento.

Atendimento em todo o Brasil, de forma digital — o INSS é federal e o processo corre pelo Meu INSS.

Medidas judiciais, quando cabíveis, são conduzidas por advogado inscrito na OAB.

Antes de você perguntar

Perguntas que sempre chegam

Preciso ter parado de trabalhar?+

Não. O auxílio-acidente tem natureza indenizatória: ele compensa a redução da capacidade, e não a ausência de renda. Você pode receber e continuar trabalhando normalmente, inclusive de carteira assinada.

Quanto é o valor?+

Em regra, cinquenta por cento do salário de benefício, calculado sobre o seu histórico de contribuições.

Precisa ser acidente de trabalho?+

Não necessariamente. A lei alcança acidente de qualquer natureza, desde que dele resulte sequela permanente que reduza a capacidade para o trabalho que você exercia.

Toda categoria tem direito?+

Não, e esse é um ponto decisivo. O benefício alcança o segurado empregado, o trabalhador avulso e o segurado especial. O contribuinte individual — autônomo, MEI, profissional liberal — não está entre os contemplados.

Até quando eu recebo?+

O benefício é mantido até a aposentadoria. Quando ela chega, o auxílio cessa, mas os valores recebidos integram o cálculo da aposentadoria.

Fui negado na perícia. Acabou?+

Não. Negativa por perícia é das mais comuns e das mais reversíveis, porque depende de prova médica. Laudos, exames e relatórios bem organizados mudam o resultado, seja em recurso administrativo, seja na via judicial.

Manda o seu caso. Em pouco tempo você sabe onde pisa.

A análise não custa nada e não te prende a nada. O que custa caro é o tempo passar e o retroativo encolher.

Enviar meu caso agora